terça-feira, 19 de maio de 2009
Das piores coisas da vida profissional
Ter de marcar férias. Obriga a fazer planos a longo prazo (mais do que uma semana é longo). Corta-me o tornozelo pra movimentar festivais. Causa apreensão e eleva em demasia os níveis de ansiedade.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Quando é que amanhece?
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Idiossincrasia
Temperamento especial de cada indivíduo (relativamente à influência que nele exerce o que lhe é alheio).
É o progresso, estúpido!
Aprovada lei para cortar Internet a quem pirateia
Parte-se do princípio de que a pessoa é culpada de violar os direitos de autor, não se assumindo a sua presumível inocência. Corta-se a ligação, dp de dois avisos, mas o "prevaricador" continua a pagá-la. Genial!
Parte-se do princípio de que a pessoa é culpada de violar os direitos de autor, não se assumindo a sua presumível inocência. Corta-se a ligação, dp de dois avisos, mas o "prevaricador" continua a pagá-la. Genial!
sexta-feira, 8 de maio de 2009
A onda e as Fardas
Rainer Wenger é professor num liceu alemão.Tem de dar autocracia por uma semana. Decide praticar uma semana de totalitarismo com os alunos.Aqui começam os problemas. A sensação de pertença a um grupo onde (quase) todos têm respeito pela liderança e saludam a suposta ausência de distinção social, são aliciantes para os alunos (de secundário) e para Rainer (o líder).
O filme coloca bastantes questões interessantes. Uma delas são as fardas.
Cada um tem o seu "estilo de vestir". Faz parte da sua identidade. Da sua maneira de se expressar. Da sua individualidade.
E a sociedade? Isto é, Nós, enquanto observadores. Nós captamos alguém e estigmatizâ-mo-lo. Metê-mo-lo numa caixinha.
A Sociedade, isto é, Nós, obrigamo-nos muitas vezes a comportar-nos não de acordo com aquilo que somos, mas com aquilo que devemos ser. Ou com aquilo que queremos que os outros entendam que somos. E o nosso "estilo de vestir", a nossa farda, ajuda a sociedade a captar-nos.
Num mundo só de fardas, esse estigma não existiria. Seriamos todos iguais, pelo menos perante aquilo que os outros vêem.
Mas (sempre o mas) se não fossem as fardas seriam os cabelos. Até fardarmos os cabelos. E depopis passaria ao rosto. Fardar a cara. Por aí fora.
Igualdade sim, mas com liberdade. Apesar dos estigmas. Live with them!!
A razão porque não posso ter cães, gatos ou coisas dessas de andar por casa e dar comida
Não quero ter preocupações. Custa-me gostar. Receio a perda. Será só com os animais de estimação?
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Ególatra
Ele está quase limpo e ela cheia. Resplandecente. Apaga os restantes brilhos. Quase não se vêem as estrelas.
África
Tenho um amigo que andou a percorrer os África. Moçambique e África do Sul, com um saltinho ao Zimbabwe. Uma maravilha. Mar transparente, natureza verde e intacta, bichos, bichões, resorts, levantar e pôr do sol com um horizonte sempre longínquo. Magnifico!Não lhe disse. Ate porque sei que fotos, mais a mais amadoras, não são o mesmo que viver,.Mas quando acabei de ver as ver só pensei neste paraíso. Sem crocodilos mas com cagarros. Sem resorts, mas com qualidade de vida. Sem as intermináveis estradas, mas com canadinhas. Sem Cahora Bassa (um espanto!) mas no meio do oceano. E não há horizonte melhor que o ilhéu.
Grande abraço Manel!
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Lugar à liberdade - recinto radical
Vejo adolescentes com pranchas de skate a saltarem escadas ou rampas. Outros de patins a fintarem os carros. Poderiam e deveriam poder dar a liberdade total aos seus movimentos. Falta-lhes um espaço melhor. Uma espécie de "recinto radical".
Porque, felizmente, nem todos os insulares citadinos querem ficar fechados em casa em frente ao messenger.
Demos lugar à liberdade!
Porque, felizmente, nem todos os insulares citadinos querem ficar fechados em casa em frente ao messenger.
Demos lugar à liberdade!
segunda-feira, 21 de julho de 2008
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